quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Paris-Lisboa-Rio-Campinas

Lundi, le 25 juillet 2011


No último post:
  1. Preocupado com a RF
  2. O Rio de Janeiro continua...
  3. Chegada e agradecimentos
          Acordei cedinho, acho que às 15 para às 4 da manhã. Fui logo tomar meu café e me aprontar para a viagem. Fiquei na dúvida enquanto esperava pela "navette", pois estava demorando mais que o esperado e quase pego o ônibus errado. Uma funcionária do aeroporto me salvou. Ela carregava uma mala temática do Pequeno Príncipe. Aí perguntei:
          - Você gosta de Sain-Exupéry?
          - Sim, mas na verdade, eu conheço sua família. Foi a filha dele quem me deu esta mala de presente!
          Fiquei abobado, não é todo dia que se conhece alguém que conhece alguém da família do autor de "O Pequeno Príncipe", ainda mais sendo um grande fã e no ANO Saint-Exupéry... Ok!
          Sem muito a contar depois disso, apenas um longo dia no aeroporto, contando cada minuto para finalmente chegar em casa, poder rever minha família, tomar um banho quente no meu banheiro e deitar na minha cama.
          Foi impossível olhar a paisagem de dentro do avião, lá, naquelas alturas a luz do Sol fica tão intensa que eu mal podia abrir uma fresta da janelinha. Tive que me conformar em aguardar fingindo que era noite, pra poder descansar.
          Durante a viagem você tem que preencher um papel da Receita Federal comunicando os bens que você trouxe. Quando a isso, eu mal me preocupei, pois um Nintendo3DS + 2 jogos de mesa + 2 jogos de PC não chegam nem perto do limite, porém duas coisas me chamaram atenção e me preocuparam:
  1. O fato de ter de comunicar se estava trazendo sementes
  2. O fato de ter visitado região agropecuária nos últimos 15 dias
          Fiquei pensando "será que macadâmias e pistaches contam como sementes?", numa hora dessas os conhecimentos de botânica são importantes, vê? E outra, eu havia visitado, como alguns devem ter visto, uma fazenda de cabras, mas quando? Finalmente, depois de muito maturar cheguei à conclusão de que não, macadâmias e pistache não são sementes, são frutos e que já fazia uns 20 dias que eu tinha visitado a fazenda, então me tranquilizei. Eu poderia apenas marcar NÃO e mandar bala, mas não gosto de mentir, muito menos para a RF, mas o que eu mais queria era estar seguro do que iria marcar.

          É bizarro viajar a favor do movimento da Terra, viajei nove horas, mas no relógio só se passaram cinco. Aí passei o dia quase todo aguardando naquela porcaria de aeroporto do Rio de Janeiro. Coisas chatas que ocorreram.
          Primeiro que minha bagagem foi despachada para o Rio, diferente do que o português lá na TAP da França me havia dito (que iria direto para Campinas), aí descobri que a alfândega é feita lá, acredito que sempre no primeiro aeroporto que você entra no país, aliás, tinha uma fila enorme para passar pela imigração e ainda estava preocupado se não ia sumir minha mala. Mas o pior é que eu só descobri isso por que um oficial me viu tentando passar batido sem a mala e me perguntou "você não tem bagagem?", aí veio toda essa história, mas se ele não estivesse atento, adeus bagagem... Segundo que ao chegar no aeroporto propriamente dito fui procurar a TAM e ao chegar nos guichês um carioca muito do marrento, que estava sentado como se fosse um funcionário olhou pra mim e disse, com aquele sotaque (que com todo respeito, eu detesto) "terceiro andarrr, sou trabalho na TAMm-não!". Como eu poderia adivinhar? E em terceiro, nada que aconteceu comigo, mas havia um guichê dando revistas como brindes e uma mochila para quem fizesse uma assinatura, logo percebi que era furada, mas aí, sentado e tentando dormir, ouvi uma mulher reclamando para alguém no telefone que a mochila acabou saindo mais cara do que se tivesse comprado e ia demorar alguns meses para começar receber a assinatura.
          Enfim, esperei, esperei e esperei, e não havia um bendito lugar no qual eu pudesse pegar um wi-fi para usar meu 3DS, mesmo com um código fornecido pela Infraero, para usar por míseros 15min, triste.
          Depois de um voo noturno com uma paisagem escura cheia de pontos bruxuleantes até Campinas, acompanhado da portuguesa, Ana, que veio ao meu lado desde Lisboa, contratada para trabalhar na Mostra International de Cinema de São Paulo, finalmente minhas viagens de avião tiveram um fim (pelo menos por enquanto).
          Esperei mais um pouco, pelo meu pai, ansioso por poder descansar e para saber se tudo ia bem. Um pouco frustado, na verdade, sem saber direito o que responder quando me perguntassem: "Como foi a viagem?", pois, não foi uma viagem de turismo, não foi uma viagem dos sonhos e embora não tenha sido um pesadelo também, não permite, de maneira alguma, um relato tradicional ou um simples: "Adorei! Amei! Foi lindo..."
          Passei mais de uma semana respondendo: "Foi intenso"

          Obrigado à todos que leram esse blog, um agradecimento especial à cada um que participou desta aventura comigo. Guardarei vocês comigo em minhas lembranças, em meus sonhos e se um dia Deus quiser, eu volto, em uma outra situação, para revê-los... Um grande beijo a todos!

Adeus França

Cutículas e machucados

Minutos de sono

Lanche no Rio

Aguardando o voo para Campinas

Finalmente na cidade natal

Esperando meus pais

***

"Pour vous, mes amis français"

M. Duval, merci pour la confiance

M. Nguyen, merci pour l´attention

"Franchement..."

"Le tout, le tout!"

"Ça pique? C´est une blague!? Je vais serrer! Allez, Next"

"Che Labed!"

"Viva o Brasilio!"

Romain, merci pour la patience

Jaison, merci pour le bon humeur

Julien, merci pour le très bon humeur!

Paul (Jackie Chan), merci pour les blagues

Et à Julien e Élodie, qui n´ont pas de photos!
Merci pour la grande animation!

À la prochaine!
José DAHER
(Rossé)

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Toulon-Paris

Dimanche, le 24 juillet 2011


No post de hoje:
  1. Despedida incômoda
  2. Aguardando pelo/no TGV
  3. Finalmente no hotel
          Bom, após uma noite horrível que já havia dado o Vo neste domingo de despedida final, algumas decisões ainda estavam para ser tomadas em relação à hora da minha partida. Ok, o trem já estava marcado, mas Son-Ca e seu noivo foram convidados para um almoço com amigos numa cidade à 30min de Toulon. Se eu fosse junto teria que, além de aguentar o climinha desagradável que estava entre os dois, ficar tenso quanto à hora de partir (talvez apressá-los) e ainda ter que pegar mais um trem ou um ônibus para ir até a estação e, como facilmente podem imaginar, eu não estava NEM UM POUCO AFIM de passar por tudo isso. Finalmente, após muito insistir, consegui convencê-los a me deixar na estação antes do almoço, assim eu apenas teria que esperar 4h para pegar meu TVG e deixar todas aquelas preocupações para trás.
          Pouco antes de partirmos deixei de presente para Son-Ca um CD de chorinhos que na verdade eu havia ganhado do Dan, um grande amigo, mas ela havia gostado tanto (e eu já tinha passado para mp3) então resolvi deixar com ela. Escrevi um pequeno recado, apenas uma lembrança... Bem menos do que eu realmente tinha vontade de escrever sobre tudo o que passamos nesses 22 dias. Mas ela, de certo modo, o fez. Mesmo sob as diversas advertências do seu noivo, de que se atrasariam para o almoço ela tomou um tempo para me dar um livro sobre budismo (tema que conversamos algumas vezes) de presente e um bonito cartão com alguns dizeres. Também me deram um saco com algumas macadâmias e pistaches (que adoro) e um grande garrafa d´água.
          Depois de uma rápida viagem até Toulon, nos despedimos na entrada da estação e finalmente pude me sentir melhor... Fora a constante vontade de usar o banheiro e ter que ficar indo de um lado para o outro com aquelas malas. Mas, entre essas indas e vindas e uma tentativa de adiantar minha passagem, joguei muito Zelda.
          Finalmente conheci um TGV, por dentro. Nada de especial, fora que ele é muito chique, sua velocidade alta, de tão constante, é imperceptível, fora quando cruzamos outro trem. Em quatro horas eu estava em Paris. Em quatro horas eu cruzei a França! Não é pouca coisa.
          Chegando em Paris, me confundi um pouco para descobrir onde exatamente era o hotel. Saí da estação de metrô e cacei um telefone público enquanto já anoitecia. Logo que descobri que o hotel era praticamente dentro do aeroporto de Orly, peguei a "navette" e em poucos minutos eu estava no aeroporto. Mais uma "navette", mas agora um ônibus, para ir até o hotel e finalmente pude tomar um banho, usar um banheiro decente e descansar. Usando o 3DS enquanto na tv passava algum filme B dos anos 60 (provavelmente era Robot Monster) mandei uns e-mails, avisei minha mãe o telefone do hotel e ela conseguiu me ligar, usando o Google Tradutor para ajudá-la com o francês (é minha mãe tá moderna). Então... Dormi. Dormi com a nítida sensação de...

MISSION ACOMPLISHED
(Missão Cumprida)

O famoso TGV, a menina dos olhos do transporte ferroviário francês
(Train à Grande Vitesse - Trem de Grande Velocidade)

Macadâmias e Pistaches, Água e meu Chapéu

Ouvindo Pink Floyd

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Um "drôle de" sábado em Hyères...

Samedi, le 23 juillet 2011


No post de hoje:
  1. Um breve retorno ao "chantier"
  2. Problemas realmente inesperados
  3. Algumas fotos
          Estive em muitos lugares neste sábado. Comecei meu dia na casa de Romain, onde tomei um bom café e fui caminhar pela sua propriedade onde fotografei muitas flores e plantas. Depois voltei para o "chantier", onde acompanhei o trabalho de Romain e Jaison, mas eles não me deixaram trabalhar. Apenas em um único momento no qual Jaison me pediu para regar as Aloe Vera, antiga Babosa (nenhuma empresa que se prese utiliza o nome Babosa em seus cremes, pra ficar bonito tem que escrever : "com Aloe Vera"). Depois fiquei jogando Zelda até o Julien chegar, após muitas tentativas de ligações e mensagens na caixa postal dele e de Son-Ca.
          Fui até a casa dele, perto de "la Valette", um bairro da região, próximo ao "chantier" e ficamos jogando um de seus milhares de jogos de mesa, cara, aquele ap. é o sonho pra quem gosta de jogos, tem caixa deles até o teto, tapando as paredes. Tomamos um café e finalmente Son-Ca chegou.
          Ela parecia bem, mas eu senti que ela estava um pouco, diria, pensativa. Ao chegar em sua casa, após uns 40min de viagem, diria, me instalei e descansei bastante, até o almoço e na parte da tarde começaram umas situações chatas. Seu noivo, cujo nome não sei escrever, trabalha de guarda costeira perto da ilha de Porquerolles (na qual Kelly quase quebrou sua mão) e quando volta, apenas de fim de semana, está morrendo de vontade de curtir, sair etc. Mas Son-Ca, pobre Son-Ca, estava esgotada, física e emocionalmente, ainda mais que eu, bem mais, e não estava a fim de fazer nada. Eu, pra ser sincero, também não, e passei boa parte da tarde dormindo e jogando mais Zelda sozinho naquele ap. (que diga-se de passagem é lindo e tinha uma vista que muito hotel 5 estrelas não tem, apesar de não ser tão caro e nem de luxo) enquanto eles estavam fora, provavelmente discutindo, pelo clima que estava rolando.
          Só sei que durante a noite ele nos convidou para ir a um festival "du MIDI", e à priori não iríamos então ele decidiu ir sozinho. Sozinho? Não sei, eu acho que tinha entendido que Son-Ca iria também, e me enganei, não sei. Não sei quando decidi ir apenas para lhe fazer companhia, pois fiquei com pena dele e também porque não queria gerar nenhum tipo de ciúmes da sua parte, caso eu ficasse em casa, com sua noiva.
          Graças a Deus Son-Ca o convenceu a ir de carro, senão teríamos que ir de moto, e eu detesto motos. Chegando lá, o preço era 20 euros, que eu não estava nem um pouco afim de gastar, então demos um tempo, pois ele sabia que mais tarde existia a possibilidade de entrarmos de graça, pois só haveria mais uma banda e, convenhamos, pagar 20 euros para ver nem metade do festival, tá louco, são quase R$50 e eu só tinha 40 euros em espécie comigo. Dito e feito, quando os seguranças se foram a moça nos deixou entrar, bom, ela apenas disse "continuem andando".
          Lá "dentro", pois era ao ar livre, no topo de um morro onde há as ruínas de um castelo tivemos que escutar um coreano-canadense solitário maluco que não tocava coisa com coisa e era ovacionado frenéticamente ao fim de cada "música", se é que pode ser chamada assim, seu "projeto" se chama: Dirty Beaches, nome bem apropriado.
          Quando finalmente começou a última banda, "Washed Out", que aliás, É BOA DEMAIS, ele queria ir embora, não saquei direito,as parecia que algo de não muito legal estava rolando, pois ele não parava de mandar mensagens de texto no celular. Disse, esperemos apenas a primeira música, aí você decide. E olha que eu nem queria ir, agora eu estava querendo ficar. A música estava ficando boa e apesar de eu não ser nenhum Don Juan, o visual estava ótimo, estava valendo a pena apenas curtir a "paisagem". Mas não teve jeito, ao terminar a primeira música ele quis partir, sem dar muitas explicações e, eu poderia até ter ficado, se eu fosse um pouco mais ousado, mas...
          Não vou entrar em detalhes, para preservar a privacidade das pessoas envolvidas, mas foi bom eu ter voltado com ele, e se eu soubesse teríamos voltado BEM antes, ou eu nem teria saído, pois acontecimentos nada agradáveis tomaram lugar naquela noite e demorou um bocado, algumas horas, acredito que apenas lá pelas 2 ou 3h da manhã que fomos nos tranquilizar. Espero que entendam que foi um tipo de coisa não muito grave (agora, que sei que estava tudo bem), mas o que se passou pode ser constrangedor para os envolvidos, então decido não contar.
          Só sei que mesmo depois de tudo "resolvido" passei uma noite ruim, sem conseguir dormir direito e com sonhos confusos e repetitivos sobre tudo o que havia acontecido.
          Não esperava passar por uma coisa dessas, logo no meu último dia na região, temi por muitas coisas, cheguei a pensar que talvez não voltasse para o Brasil ou que não voltasse a ver certa pessoa... Mas, mais uma vez Deus esteve ao meu lado, ao nosso lado, e atendeu minhas orações que não parei de fazer desde que o problema se instalou. Eu o agradeci e ainda agradeço às vezes por ter me salvado de mais uma "noite escura", e por ter me colocado ali, naquela situação adversa, pois mais uma vez outras pessoas precisaram muito de mim e, acima de tudo, como maior prova de altruísmo e serenidade, ter que ser o "porto seguro" de uma pessoa praticamente desconhecida. Mais uma vez eu senti que deveria, MESMO, estar ali, que minha presença foi importante. E devo a Deus toda força que tive para suportar aquelas poucas horas de desespero intenso, de frio e desamparo, de esgotamento físico e mental.

Chique né? Acreditem, esta casa é feita de Algeco´s

Propriedade de Romain

Parece um bonsai gigante, mas é um... Carvalho, eu acho.

A Collie do Romain, muito simpática.



Estufa

Armazém

Caillous coloridos

Aloe "Babosa" Vera

Hyères, vista do ap. da Son-Ca

FEstival do MIDI

Eu e o noivo de nome insoletrável da Son-Ca

A banda boa que não ouvimos tocar até o fim...

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O fim do "chantier des bénévoles"

Vendredi, le 22 juillet 2011


No post de hoje:
  1. Despedidas marcantes
  2. Vídeo
  3. Fotos
          Sexta-feira, a última de minha viagem. Neste dia tudo seria desmontado, as barracas, o Algeco seria deslocado, prepararíamos as malas e todos nos separaríamos. Se tivesse sido decidido assim desde o início, como me havia sido dito por e-mail, eu poderia partir ainda naquela tarde para Grenoble, visitar o Flávio, mas acho que havia ainda mais um problema que eu deveria enfrentar, mais uma pequena parte de um provável carma a pagar no velho mundo.
          Desmontar as barracas não foi nada fácil, o que já é difícil normalmente, ficou quase, ou melhor, foi impossível com o vento. A barraca "de jantar" se inflava a cada golpe da mistral e tivemos que levá-la até o interior do prédio para ser capaz de dobrá-la. E, para ficar ainda mais exaustivo, o método para dobrá-la era bizarro, e demorou muito para que eu entendesse o desenho das instruções. Enquanto isso fazíamos o último "Next", o último "debriefing".
          A despedida não foi triste, mas foi calorosa. Tiramos muitas fotos, na verdade, eles tiraram. Minhas coisas estavam todas guardadas em outra sala, pois era muita coisa para conseguir devolver nas minhas duas malas. Os primeiros a partirem foram os Tunisianos, Djamel e Ramzi. Com a ajuda de seu pedagogo e outros amigos desmontaram rapidinho a barraca, guardaram suas coisas e se foram.
          Mais tarde foi a vez de Mallorie. Enquanto eu arrumava minhas coisas, lá dentro, sua pedagoga chegou e ela foi me procurar para se despedir. Sinto muito sua falta, pois me dei bem com ela.
          A tarde passou lenta e Son-Ca ainda tinha de aturar o grude da Kelly, que além de estar triste por não querer partir, não estava bem por causa dos prospectos para futuro de voltar a morar com sua mãe.
          De repente ouvi gritos e passos apressados e Son-Ca veio feliz e aliviada; Kelly havia finalmente partido e ela estava livre. Nos abraçamos e pude sentir que ela estava realmente contente daquela responsabilidade ter sido cumprida e que tudo havia acabado... Bem, quase. Antes mesmo que ela terminasse uma latinha de cerveja junto comigo (dessas que mal tem álcool, mas sim, bebi um pouco para acompanhá-la e, convenhamos, depois de tudo que passamos, cabia uma comemoração) a Kelly já havia lhe enviado umas 3 ou 4 mensagens de texto.
          Depois de tudo arrumado, parti com Romain para sua casa, na qual passei bons momentos com sua família e conheci sua grande propriedade onde cultiva plantas diversas e armazena seu material de trabalho. Assistimos alguns dos filmes que fiz e depois de um bom banho e jantar, fui me deitar.


Elevando o Algeco

Já na nova posição

O espaço vazio onde antes preparávamos nossas refeições e tomávamos banho gelado.

Recados de Kelly para Son-Ca

Assinatura de Kelly: Sauvage (Selvagem)... Sugestivo, não?

O estado quase irrecuperável do meu clássico e noventista boné do Lakers

Arrumando as coisas...

domingo, 21 de agosto de 2011

Praticamente acabando...

Jeudi, le 21 juillet 2011

No post de hoje:
  1. Saudosas lembranças...
  2. Vídeo
  3. Fotos
          Sobre esta quinta também não há muito o que se escrever. Tudo está acabando, o clima é de nostalgia mesmo antes de encerrarmos as atividades, pelo menos para mim. Tivemos a visita da pedagoga responsável pela Kelly, depois alguns jogos com o Julien. Fazia frio de noite e nestes dias ventava muito. Rever o vídeo, traz lembranças e uma vontade de estar lá por alguns instantes e poder sentir o cheiro do ar, poder estar com os amigos, abraçá-los e perguntar: "Ça va?".







Pavé (Pavimentação)




"Harmonizando" a terra vermelha atrás do muro

Um lanche com as visitas






"A alguma coisa" e...Florence (ou é o contrário?)